No 3º andar da escola primária da aldeia, a professora sai da sala para ir tirar fotocópias. A turma, como sempre, malcomportada, começa a destruir a sala por completo. Cadeiras, mesas, armários, tudo pelo ar. A professora entra e ao ver aquilo manda um berro: “Tudo quieto”. Ao ouvir aquilo, os alunos sossegam e a professora questiona-os: “Quem partiu a cadeira?”. Diz o Manelinho: “Fui eu Stora!”. A professora diz: “Uma semana suspenso. E quem partiu a mesa?”. Responde o Toninho: “Fui eu Stora!”. A professora determina: “Um mês suspenso. E tu, Zezinho, o que é que tu fizeste?”. O menino responde: “Nada professora, só mandei ramos de oliveira pela janela.”. A professora acena positivamente com a cabeça e diz: “Muito bem menino, isso é que é um menino exemplar.”. Passada meia hora, batem à porta. Entra um rapaz todo roto, escalavrado, cheio de sangue, simplesmente irreconhecível. Vendo isto, a professora estupefacta pergunta: “Quem és tu, menino?”. E o menino responde: “Sou o Ramos de Oliveira, Sra. Professora”.
Professora aplica castigo exemplar
